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quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Roberto sem Carlos


Quando cheguei em São paulo arranjei serviço numa oficina, perto da casa da minha tia.

Estava aprendendo o trabalho e via que todos os dias meus colegas punham o nome num livro grosso que era guardado pelo dono da oficina. Ninguém me mandou assinar e eu estava achando bom porque não sabia escrever.

Um dia, "seu" Osvaldo chegou perto de mim com o livro e disse:

_ Roberto, a partir de segunda-feira você começa a assinar seu nome neste caderno. Todos os dias. Não esqueça.
Era uma sexta-feira e eu saí de lá muito preocupado. Não queria dizer para ninguém o que estava sentindo.

em casa me veio uma idéia, que foi esta: meu primo tinha um disco do Roberto carlos e eu fiquei pensando em copiar o Roberto do disco até sabê-lo de cor. Pelo menos ia escrever meu primeiro nome.

a letra R eu já sabia e assium foi fácil achar o Roberto. Só que eu não sabia onde acabava o nome Roberto e acabei decorando ROBERTO CARLOS.

Todos os dias eu escrevia no livvro: ROBERTO CARLOS.

Meu patrão começou a me chamar de Roberto Carlos e os meus colegas também.
Não sabia como explicar que era só Roberto. Mudei de nome, mas resolvi meu problema.

Roberto Soares

domingo, 22 de agosto de 2010

Relato de experiência vivida




No dia 20 de julho, eu e minha amiga Helena fizemos uma festa de aniversário juntas, nessa festa convidamos nossas amigas da escola e alguns meninos da nossa sala.O primeiro a chegar foi o Paulo, logo a pós chegou as meninas elas vieram todas juntas com a Clara por volta de umas 3h10, o último menino a chegar foi o Diego e as últimas meninas a chegar foram a Maria Paula e a Miqueluzzi, na festa tinha cama elástica, brincamos de volêi, esconde-esconde e policia e ladrão. Logo depois do parabéns nós comemos bolo,salgadinho, docinho, cachorro quente e algumas balas. Perto de acabar a festa as meninas dançaram.No final nós ficamos todos na cama elàstica conversando, alguns esperavam seus pais chegar. Depois de arrumar todo o salão, fiquei pensando eu e minha amiga que tantos preparativos como "anteninha", "marabu", gravata, lápis e óculos para uma tarde só.Helena e eu abrimos os presente e adoramos todos.

Postado por Coordenadora: Bethânia Medeiros Geremias

http://valdenirosa.blogspot.com

O cão abandonado e relato de experiêcia vivida


Um dia encontrei um cachorro abandonado numa rua alagada; o cachorro estava com fome.

Ele tinha apenas uma coleira com seu nome escrito.

Eu iria procurar pelo dono quantos dias fossem necessários para o dono achar o seu cachorro.

Tirei umas fotos, fiz alguns cartazes, coloquei meu telefone para o dono ser achado.

Passou-se um dia recebi uns telefonemas mas nenhum deles era o dono do cão.

No outro dia não recebi nenhum telefonema, mas no outro dia veio uma pessoa a minha casa procurar um cachorro, falei que o seu nome era Tobi, mas infelizmente não era.

Não demorou muito e veio outra pessoa, mas antes de eu começar a falar o Tobi pulou encima dele e os dois foram embora.

Fiquei triste mas logo me conformei e pensei como existe animais abandonados então pensei mais um pouco e resolvi ir procurar outros cachorros para o dono achar.


Autora: Bruna Pacheco

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