Google+ Followers

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Arranjo Lírio de São José

Lírios confeccionados em Eva e vaso feito com cone de linha 
revestido com canudinhos de jornal. Um produto Ateliê AsArteiras
 




domingo, 4 de fevereiro de 2018

Arranjo de flores

Arranjo de flores em Eva com miolos de meia pérola. 
Vaso feito de papelão revestido com tecido. Criação do Ateliê AsArteiras
 

sábado, 3 de fevereiro de 2018

Arranjo de flores em Eva com miolos de meia pérola. 
Vaso confeccionado com jornal. 
Mais um produto do Ateliê AsArteiras

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Arranjo de flores em Eva com vaso feito de papelão imitando pedra e envelhecido com betume. Criação Ateliê AsArteiras
                                                  https://ropfrosamariablospot.com

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

O que é papietagem?

“A papietagem é uma ramificação do papel machê e consiste em colar papel sobre papel. O papel deve ser rasgado em pequenos pedaços. Sem uso de tesoura para a melhor junção das fibras.


Não devemos confundir papietagem com papel maché, que usa uma massa de papel molhado e triturado no liquidificador misturado com cola. Como já dissemos, a papietagem é uma ramificação do papel maché, porém  muito mais simples.
Com o passar do tempo, essa técnica se aperfeiçoou e hoje serve não apenas para a confecção de máscaras, mas para a confecção de qualquer objeto, desde formas simples de uma só face como a papietagem de pratos, até formas mais complexas que devem ser “papietadas” dos dois lados e depois unidas, como esculturas. Para fazer a técnica da papietagem utilizam-se diversas camadas sobrepostas de jornal (ou folhas de revista) e cola caseira (grude) que são coladas sobre uma base qualquer produzindo uma estrutura firme depois de seca. O jornal deve ser rasgado em pequenos pedaços sem o uso da tesoura para a melhor junção das fibras. Qualquer objeto pode ser usado como forma, depois subtraído da máscara, mas podemos usar também uma estrutura permanente feita de papelão, plástico, madeira, etc... É uma técnica que em tempos atuais de sustentabilidade pode ser facilmente direcionada para a reciclagem, é muito interessante e útil pra quem quer aproveitar sobras de papelão e jornal, para trabalhos em escolas e oficinas de arte.
Essa técnica ganhou expressão nas mãos do pintor cubista Georges Braque que a usou pela 1ª vez em 1912 e a chamou de papier collés, ou papéis colados. é uma antiga técnica usada na confecção de máscaras para teatro
Vamos conhecer um pouco desse pintor maravilhoso que contribuiu para que os artesãos possam realizar peças belíssimas.
 Georges Braque: importante pintor do cubismo francês
Georges Braque: 
importante pintor do cubismo francês

Georges Braque foi um escultor, gravurista e pintor modernista francês. É considerado um dos principais representantes do cubismo na França.

Embora seja reconhecido como um expoente da pintura cubista, Braque, no começo de sua carreira artística se destacou com paisagens fauvistas.

Georges Braque nasceu na cidade francesa de Argentuil, em 13 de maio de 1882. Faleceu em Paris, no dia 31 de agosto de 1963.

Características de seu estilo artístico (pintura):

- Pintura de naturezas-mortas.

- Entre os principais temas preferidos, podemos citar: pássaros, paisagens, mesas de bilhar e interiores.

- Retratação de temas abstratos e complexos.

- É o inventor da técnica do papel colado (papier collé). Esta técnica consistia na colagem de pedaços de papel na tela.

- Representação, em suas pinturas, de temas simples e cotidianos.

- Uso de ornamentos, texturas e cores sutis (características típicas de seus trabalhos nas décadas de 1930 e 1940).

Principais obras de Georges Braque:

Mastro no porto de Antuérpia (1906)
O viaduto em L’Estaque (1908)
Violino e jarro (1910)
Natureza morta com Tenora (1913)
A garrafa de rum (1914)
cartas e dados (1914)
- A mesa de bilhar (1945)
https://www.suapesquisa.com
http://www.taysrocha.com.br

Vaso de Orquídea

Flor feita com Eva e vaso feito de papelão com papietagem de revista. 
Mais uma criação do Ateliê As Arteiras
                                                  https://rpofrosamariablogspot.com

Lembrancinha para noivado ou casamento

Trabalho feito em Eva com detalhes de meia pérola e fita de cetim. 
Um produto do Ateliê As Arteiras

Topo de bolo para casamento ou noivado

Peça feita em Eva com detalhes de meia pérola. um produto do Ateliê As Arteiras

domingo, 22 de outubro de 2017

quarta-feira, 13 de setembro de 2017


Artesanato no Brasil



O artesanato brasileiro é um dos mais ricos do mundo e garante o sustento de muitas famílias e comunidades. O artesanato faz parte do folclore e revela usos, costumes, tradições e características de cada região. Os índios são os mais antigos artesãos. Eles utilizavam a arte da pintura, usando pigmentos naturais, a cestaria e a cerâmica, sem esquecer a arte plumária como os cocares, tangas e outras peças de vestuário feitos com penas e plumas de aves.
Tipos de Artesanatos Brasileiros
Cerâmica e bonecos de barro:


É a arte popular e de artesanato mais desenvolvidas no Brasil e desenvolveu-se em regiões propícias à extração de sua matéria prima - o barro. Nas feiras e mercados do Nordeste, se encontram os bonecos de barro, reconstituindo figuras típicas da região, como os cangaceiros, retirantes, vendedores, músicos e rendeiras.
Entalhe de madeira:
  

 Caruaru, em Pernambuco, é o maior centro de arte
 figurativa da América segundo a UNESCO.[3]

É uma manifestação cultural muito utilizada pelos índios nas suas construções de armas, utensílios, embarcações, instrumentos musicais, máscaras e bonecos. Os artesanatos em madeira produzem objetos diversificados com motivos da natureza, do universo humano e a fantasia. Exemplos disso são as carrancas, ou cabeças-de-proa, os utensílios como cocho, pilão, gamelas e móveis simples e rústicos, os engenhos, moendas, tonéis, carroças e o maior produto artesanal em madeira - contando com poucas partes de metal - são os carros de bois.
Cestas e trançados:

A arte de trançar fibras, deixada pelos índios, inclui esteiras, redes, balaios, chapéus, peneiras e outros. Quanto à decoração, os objetos de trançados possuem uma imensa variedade, explorada através de formas geométricas, espessuras diferentes, corantes e outros materiais. Esse tipo de artesanato pode-se encontrar espalhados em diversas regiões do Norte e Nordeste do Brasil como, na Bahia, Mato Grosso, Maranhão, Pará e o Amazonas.
Artesanato indígena:

  Cestas feitas com Vime


Cada grupo ou tribo indígena tem seu próprio artesanato. Em geral, a tinta usada pelas tribos é uma tinta natural, proveniente de árvores ou frutos. Os adornos e a arte plumária são outro importante trabalho indígena. A grande maioria das tribos desenvolvem a cerâmica e a cestaria. E como passatempo ou em rituais sagrados, os índios desenvolveram flautas e chocalhos.

Fonte: https://pt.wikipedia.org





Como surgiu o artesanato


A história aponta que o artesanato surgiu na Pré-História, mais precisamente no período neolítico (6000 a.C). Foi nesse período que o homem aprendeu a polir a pedra, fabricar cerâmica, tecer fibras animais e vegetais, etc.
Foi da necessidade de produzir itens de uso do dia-a-dia para sua sobrevivência; ou mesmo da criação de alguns adornos, que começaram a expressar a capacidade criativa e produtiva como forma de trabalho. As pessoas dessa época usavam as peças que faziam manualmente para caçar, confeccionar roupas e até mesmo pequenas estátuas e pinturas.
O trabalho tinha um caráter familiar, muitas vezes todos os integrantes costuravam, cortavam, poliam ou seja produziam as peças juntos.. Começou como uma forma de produção de produtos para sobrevivência da família; mas com o passar dos anos se tornou uma forma de sustento e renda.

A Revolução Industrial

A partir da Revolução Industrial, que iniciou na Inglaterra durante o período de 1760, o artesanato foi fortemente desvalorizado. Essa forma de trabalho deixou de ser tão importante, já que neste período capitalista o trabalho foi dividido colocando determinadas pessoas para realizarem funções específicas. Essas pessoas passaram a trabalhar dentro de fábricas e por esse motivo deixaram de participar de todo o processo da fabricação familiar.
Além disso, os artesãos que restaram passaram a submetidos à péssimas condições de trabalho e baixa remuneração. Uma vez que precisavam competir com um mercado de produção industrial. Muito mais rápido do que o tempo que o artesão levava para montar as suas peças.
Porém felizmente, o artesanato voltou a ser valorizado e ter um grande prestígio na sociedade; ainda usa elementos naturais em suas peças e pode ser encontrado e qualquer região do mundo. O artesanato se manifesta de várias formas e é por isso que é uma das partes mais essenciais para a valorização de uma cultura.
Fonte: http://blog.horlle.com.br
O que é artesanato?
  
O artesanato busca utilizar elementos naturais em suas peças
Imagem meramente ilustrativa

O artesanato é uma técnica manual utilizada para produzir objetos feitos a partir de matéria-prima natural. Normalmente, os artesanatos são fabricados por famílias, dentro de sua própria casa ou em uma pequena oficina. Tal técnica é praticada desde o período antigo, denominado Neolítico, quando poliam pedras para fabricar armas e objetos de caça e pesca, cerâmica para guardar alimentos e tecelagem para fabricar redes, roupas e colchas.

A partir da Revolução Industrial, que iniciou na Inglaterra, o artesanato foi fortemente desvalorizado, deixou de ser tão importante, já que neste período capitalista o trabalho foi dividido colocando determinadas pessoas para realizarem funções específicas, essas deixaram de participar de todo o processo de fabricação. Além disso, os artesãos eram submetidos à péssimas condições de trabalho e baixa remuneração. Este processo de divisão de trabalho recebeu o nome de linha de montagem.

Hoje, o artesanato voltou a ter prestígio e importância. Continua a buscar elementos naturais para desenvolver suas peças originadas do barro, couro, pedra, folhas e ramos secos entre outros. Em todas as regiões é possível encontrar artesanatos diversificados originados a partir da natureza típica do local e de técnicas específicas.


O artesanato é reconhecido em áreas como a de bijuterias, bordados, cerâmica, vidro, gesso, mosaicos, pinturas, velas, sabonetes, saches, caixas variadas, reciclagem, patchwork, metais, brinquedos, arranjos, apliques, além de várias técnicas distintas utilizadas para a fabricação de peças.

    Por Gabriela Cabral
    Equipe Brasil Escola



Fonte: http://brasilescola.uol.com.br/artes/artesanato.htm