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quinta-feira, 21 de outubro de 2010

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terça-feira, 19 de outubro de 2010

CAFUTE & PENA-DE PRATA

ERA UMA VEZ DOIS PINTOS. O PRIMEIRO NASCIDO NO CALOR DO NINHO DE PALHA, ERA PINTO-DE-POBRE. POR SER PEQUENO E IMPLICANTE, OS IRMÃOS LHE BOTARAM O APELIDO DE CAFUTE. O OUTRO, NASCIDO EM CHOCADEIRA ELÉTRICA, ERA PINTO-DE-RICO. O CAFUTE FOI SE CRIANDO SOLTO. MAL TINHA SAÍDO DE DEBAIXO DA ASA DA MÃE, FOI TRATANDO DE LUTAR PELA VIDA. JÁ O PINTO-DE-RICO, CRIADO EM GALINHEIRO DE TELA DE ARAME, RECEBENDO NO BICO COMIDA E ÁGUA, SE QUEIXAVA SEMPRE DE QUE NINGUÉM GOSTAVA DELE. NEM SEQUER CONHECIA A MÃE E NUNCA TEVE QUEM LHE BOTASSE NOME.
POR ISSO TUDO, OS DOIS FICARAM AMIGOS, PORQUE A GENTE SEMPRE GOSTA DE QUEM É DIFERENTE DE NÓS. E CAFUTE, PARA ALEGRAR O AMIGO, ESCOLHEU PARA ELE UM NOME BEM BONITO, COISA FINA, E O BATIZOU DE PENA-DE-PRATA. O PINTO-DE-RICO, ACHOU LINDO.
TODA MANHÃ CAFUTE SAÍA DO QUINTAL ONDE VIVIA E VINHA MARISCAR OS FARELOS DE RAÇÃO QUE CAÍAM DOS COMEDORES DA GAIOLA DO OUTRO. E ERA QUASE SÓ DISSO QUE SE SUSTENTAVA. NO TERREIRO DELE A LUTA PELA VIDA ERA AMARGA. OS PUNHADOS DE MILHO QUE A DONA JOGAVA NA HORA DA COMIDA SÓ CHEGAVAM MESMO PARA O GALO E ALGUMAS FRANGAS QUE ELE NAMORAVA. PINTO ALI NÃO TINHA VEZ.
CONVERSANDO, CAFUTE E PENA-DE-PRATA SE QUEIXAVAM DA VIDA. O PINTO-DE-RICO SABIA QUE ESTAVA SENDO CRIADO PARA ACABAR NO MATADOURO DO FRIGORÍFICO. E O PINTO-DE-POBRE SUSPIRAVA, DIZENDO QUE NÃO ESPERAVA SORTE MELHOR, O FIM DELE IA SER MESMO ERA NA FACA DA COZINHEIRA. AH, SE OS DOIS PUDESSEM FUGIR E GANHAR O MUNDO EM BUSCA DE AVENTURAS!
ATÉ QUE UM DIA DEU SORTE. O TRATADOR ESQUECEU DE PASSAR O FERROLHO NA PORTA DO GALINHEIRO. CAFUTE, LÁ DE BAIXO, VIU LOGO, CHAMOU O AMIGO, QUE ENFIOU O BICO NA ABERTURA, METEU PELA FENDA E ENCONTRO DA ASA, EMPURROU A PORTINHOLA E NUM INSTANTE ESTAVA SOLTO.
SAÍRAM DALI CORRENDO E SE ESCONDERAM DEBAIXO DE UMA MOITA. ESPERARAM UM BOM TEMPO E ENTÃO TRATARAM DE FUGIR PARA BEM LONGE. QUERIAM SE LIVRAR DO TRISTE DESTINO QUE OS DONOS RESERVAVAM PARA ELES.
ANDARAM, ANDARAM E DE REPENTE AVISTARAM UM CIRCO, ARMADO NA BEIRA DA ESTRADA. DO LADO DE FORA DA EMPANADA VIRAM UMA GAIOLA PENDURADA NUM POSTE. E DENTRO DA GAIOLA UM GALO MUITO BRANCO, DE CRISTA VERMELHA LEVANTADA, PARECIA ATÉ UMA COROA.
CHEGARAM PERTO DA GAIOLA, DERAM BOA-TARDE E PERGUNTARAM SE POR ALI NÃO HAVERIA ALGUMA MINHOCA. O GALO FICOU UMA FERA COM AQUELE ATREVIMENTO DOS PINTOS. FOI LOGO EXPLICANDO,TODO EMPROADO, QUE ELE ERA UM GALO SÁBIO, QUE SABIA FAZER CONTAS DE SOMAR E PULAR NUM ARCO. NÃO COMIA MINHOCAS, QUE IDÉIA, SÓ SE ALIMENTAVA DE MILHO DESCORTICADO E GEMA DE OVO COZIDO.
OUVINDO AQUILO, OS PINTOS FICARAM HORRORIZADOS, O TAL DE GALO O QUE ERA MESMO ERA UM TARADO! QUEM COME OVO COME PINTO. COM TODA AQUELA POSE E NÃO PASSAVA DE UM ANTROPÓFAGO! CRUZES!
METERAM O PÉ NA ESTRADA. ANDARAM TANTO QUE JÁ ESTAVAM CAINDO DE FOME. E AÍ AVISTARAM UM POMBAL, TODO BRANQUINHO E CHEIO DE JANELINHAS, POR ONDE ALGUNS POMBOS ESPIAVAM PARA FORA.
CAFUTE E PENA-DE-PRATA PARARAM, METERAM A VELHA CONVERSA:
 __ BOM DIA, SERÁ QUE OS AMIGOS POMBOS NÃO PODERIAM INFORMAR ONDE É QUE SE ENCONTRA ALGUMA MINHOCA ETC. E TAL...
MAS OS POMBOS ERAM MUITO ORGULHOSOS:
__ QUE É QUE VOCÊS ESTÃO PENSANDO? NÓS SOMOS POMBOS-CORREIO, VIVEMOS OCUPADÍSSIMOS TRANSPORTANDO CORRESPONDÊNCIAS! SABEMOS LÁ DE MINHOCAS!
AÍ, PENA-DE-PRATA, QUE JÁ ESTAVA MAIS SABIDO, DEU UMA RISADINHA:
__VOCÊS NÃO PASSAM DE UNS LEVA E TRAZ, CARREGANDO BILHETE PRAQUI E PRA LÁ. E SÃO TÃO BURROS QUE SÓ SABEM VOLTAR PARA ESTE POMBAL, NÃO SÃO CAPAZES DE VOAR POR CONTA PRÓPRIA PRA LUGAR NENHUM! PASSAR BEM!
E SAÍRA DE BICO PRO AR, FUMEGANDO DE RAIVA. POR TODA PARTE SÓ ENCONTRAVAM UNS CHATOS, EXPLORADOS PELOS DONOS E AINDA SE ACHANDO MUITO IMPORTANTES! DROGA!
CONTINUARAM A CAMINHADA CADA VEZ MAIS ROÍDOS DE FOME, QUANDO VIRAM A CERCA DE UM QUINTAL, E NAQUELA CERCA TINHA UM BURACO. PASSARAM RAPIDINHO PELO BURACO E DERAM COM UM FRANGO INDIANO, QUE É RAÇA DE GALO DE BRIGA, SE EMPANTURRANDO NUMA CUIA DE XERÉM DE MILHO. CAFUTE FOI LOGO DIZENDO, MUITO HUMILDE:
__ A BÊNÇÃO, MEU TIO!
O FRANGO INDIANO ESPIOU PARA ELES PRIMEIRO COM UM OLHO, DEPOIS COM O OUTRO OLHO E RESPONDEU QUE "DEUS TE ABENÇOE", MAS NÃO SABIA QUE FOSSE TIO DELES.
E AÍ O SABIDINHO FOI EXPLICANDO COMO TINHA MEIO SANGUE DE RAÇA DE GALO DE BRIGA, E VENDO O SENHOR, UM GALO BELÍSSIMO, DE RAÇA PURA, ARMADO COM AQUELES ESPORÕES QUE PARECIAM UMAS ESPADAS E COM UM PEITO LARGO DE GUERREIRO, SENTIU AQUELE IMPULSO - SÓ PODIA SER A VOZ DO SANGUE!
O LUTADOR ACHOU GRAÇA, DEIXOU QUE OS GAROTOS SE CHEGASSEM À CUIA DE XERÉM E MATASSEM A VELHA FOME. DEPOIS CONVIDOU OS DOIS A PASSAREM UNS TEMPOS ALI COM ELE. ESTAVA SE SENTINDO MUITO ISOLADO, EM CONCENTRAÇÃO PARA UMA LUTA.
PENA-DE-PRATA E CAFUTE ACEITARAM COM ORGULHO. E FORAM SE FICANDO POR ALI, ATÉ QUE UMA TARDE VIRAM CHEGAR O DONO DO INDIANO. MAS DESSA VEZ NÃO VINHAM TRAZER A COMIDA COMO TODO DIA. TRAZIA DEBAIXO DO BRAÇO UM FRANGO CARIJÓ, PARA   O TREINO.
AÍ, O TAL TREINO FOI UMA CARNIFICINA. O CARIJÓ QUASE DEVOROU A CRISTA DO NOSSO AMIGO, ARRANCOU-LHE METADE DAS PENAS E AINDA LHE DEU UM TALHO DE ESPORÃO BEM DEBAIXO DA ASA.
AFINAL ACABOU O TREINO, O DONO DEU UM BANHO DE ÁGUA E SAL NOS DOIS COMBATENTES E FOI EMBORA LEVANDO O CARIJÓ
CAFUTE E PENA-DE-PRATA DISSERAM ENTÃO QUE IAM ALI PERTO PROCURAR UMAS FOLHAS DE MASTRUÇO PARA O TIO ESFREGAR NOS FERIMENTOS. ATRAVESSARAM O BURACO DA CERCA E - QUE MASTRUÇO QUE NADAM - TRATARAM DE GANHAR A RUA E SE MANDAR PARA LONGE.
A RUA ERA DE ASFALTO; CLARO QUE NÃO HAVIA POR LÁ NADA DE SE COMER. DEPOIS DE ANDAREM UM HORROR DE TEMPO, OS DOIS VIRAM A CANCELA ABERTA DE UM JARDIM E DENTRO, JUNTO DO MURO, UM MONTE DE SEMENTES DE GIRASSOL QUE PARECIAM CAIR DO CÉU.
LEVANTARAM A VISTA E DESCOBRIRAM QUEM JOGAVA AS SEMENTES. ERA UM PAPAGAIO, TREPADO NUM POLEIRO E PRESO NO PÉ POR UMA CORRENTINHA. FOI LOGO CUMPRIMENTANDO, DIZENDO QUE OS MENINOS PODIAM SE SERVIR, QUE ELE JÁ ESTAVA FARTO DE TANTO GIRASSOL.
CAFUTE RESPONDEU COM MUITA EDUCAÇÃO. PENA-DE-PRATA FEZ UM RAPAPÉ, E O PAPAGAIO FICOU FELIZ DA VIDA. A VERDADE É QUE BICHO NENHUM GOSTA DE PAPAGAIO: ELES ACHAM QUE PAPAGAIO É PALHAÇO DEMAIS, E UM BOCADO MAU-CARÁTER. VIVE PRESO SEM RECLAMAR, PELO CONTRÁRIO, SÓ SERVE PARA ADULAR OS HOMENS. PAPAGAIO ATÉ FALA LINGUAGEM DE HOMEM! PODE?
MAS OS NOSSOS CAMARADAS ERAM INOCENTES, NÃO CONHECIAM QUASE NADA DESSAS COISAS DA VIDA E NÃO PENSAVAM MAL DE NINGUÉM. ENTRARAM DE PROSA, CONTARAM  AS SUAS AVENTURAS EM BUSCA DE FARTURA E LIBERDADE - O QUE NÃO TINHAM ENCONTRADO AINDA. E O PAPAGAIO VELHO TRATOU DE CONVENCER OS DOIS DE QUE ELES ESTAVAM PERDENDO TEMPO. NÃO ADIANTAVA FUGIR DOS HOMENS, PORQUE O HOMEM É O SENHOR DOS BICHOS. E ONDE HÁ UM BICHO HÁ SEMPRE UM HOMEM PARA MANDAR NELE. MUITO MELHOR LEVAR A VIDA NUMA BOA, RECEBER DE GRAÇA O POLEIRO E A COMIDA.
_ OLHA, SABE QUE EU ACHO ATÉ BOM VIVER PRESO NA CORRENTE?
QUEM ANDA SOLTO POR AÍ ESTÁ SEMPRE ENFRENTANDO PERIGO. O BOM MESMO É ENGORDAR ENQUANTO SE PODE, CONTAR UMAS LOROTAS PARA ILUDIR O DONO E GANHAR RAÇÃO MELHOR...
OS PINTOS ESTAVAM TÃO EMBEBIDOS NAQUELA CONVERSA QUE NÃO VIRAM CHEGAR A VELHA DONA DA CASA E DONA DO PAPAGAIO. SÓ OUVIRAM QUANDO P TRAIDOR GRITOU PARA A  PATROA:
_ VENHA PELO LADO DE LÁ, QUE A SENHORA PEGA OS DOIS!
E A BRUXA, JÁ LAMBENDO OS BEIÇOS E PENSANDO EM COMER GALETO NAQUELE DIA, IA QUASE APANHANDO OS COITADINHOS, QUANDO CAFUTE AVANÇOU, DEU UMA BICORADA FORTE NO DEDÃO DELA. A VELHA SOLTOU UM BERRO E SEGUROU O PÉ, E ELES APROVEITARAM E ESCAPULIRAM, CORRENDO TANTO QUE QUASE BOTAVAM AS TRIPAS PELO BICO.
CONTINUARAM PELA RUA, MAS O MEDO ERA TANTO QUE NÃO PARAVAM A CORRERIA, ATÉ QUE TIVERAM QUE TOMAR UM POUCO DE FÔLEGO. ESTAVAM NUMA CALÇADA, DIANTE DE UM GRADIL DE FERRO, E DO LADO DE LÁ AVISTARAM A COISA MAIS LINDA DO MUNDO. ERA UM PAVÃO COM A CAUDA ABERTA, FAZENDO UM LEQUE DE TODAS AS CORES - PARECIA UM DESSES ARO~´IRIS QUE A GENTE VÊ EM DIA DE CHUVA!
O MELHOR É QUE PRA LÁ DO PAVÃO SE ESPALHAVA UMA PORÇÃO DE PATOS, GALINHAS, PINTOS E FRANGOS, MUITO À VONTADE, MARISCANDO NO GRAMADO. O GRADIL ERA LARGO, DAVA PASSAGEM PARA OS DOIS PINTOS, EMBORA ELES TIVESSEM ENGORDADO UM POUCO NA CASA DO TIO. ELES ENTRARAM DISFARÇANDO UM POUCO, DEVAGARINHO FORAM SE METENDO PELO BANDO DOS PINTOS DA CASA, QUE LOGO COMEÇARAM A COR E BRINCAR COM OS NOVATOS.
E ENTÃO, PELA PRIMEIRA VEZ NA VIDA, CADA UM DELES PÔDE ARRANCAR DO CHÃO E COMER A SUA BELA MINHOCA.
FICARAM VIVENDO NAQUELA BELEZA DE QUINTAL, MUITO FELIZES. PENA-DE-PRATA, QUE ERA DE BOA RAÇA, SE VIROU NUM FRANGÃO LINDO, TODO BRANCO, COM UM MANTO DE PENAS FURTA-COR LHE CAINDO ATÉ O PEITO. CAFUTE, SE NÃO ERA BONITO, ERA VIVO E ENGRAÇADO, E TODO MUNDO GOSTAVA DELE.
MAS COM O TEMPO ELE FOI SE ENJOANDO DAQUELA VIDA SÓ DE CISCAR E COMER, SEM VARIEDADE. CONVIDOU O AMIGO PARA SAÍREM DE NOVO, NA VELHA BUSCA DE AVENTURAS. MAS PENA-DE-PRATA RECUSOU. QUERIA MESMO ERA CRESCER MAIS, APRENDER A CANTAR BEM ALTO AO NASCER DO SOL, SE TORNAR UM BELO GALO E TOMAR O LUGAR DO GALO VELHO QUE JÁ ESTAVA EM TEMPO DE SE APOSENTAR. AÍ SERIA ELE QUE IA FICAR COMO DONO DO TERREIRO.
CAFUTE NÃO ACHAVA GRAÇA NESSA HISTÓRIA DE SER REI DO TERREIRO, RESPONSÁVEL POR TODA AQUELA GALINHADA.
ENTÃO ENCHEU BEM O PAPO DE MINHOCAS PARA SE GARANTIR, DEU UM ABRAÇO NO COMPANHEIRO, PASSOU ENTRE OS VARÕES DO GRADIL E SALTOU NA RUA. O ANTIGO PINTO-DE-RICO SOLTOU UM GRITO QUANDO VIU O OUTRO FUGINDO:
_ QUE É QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? FICOU LOUCO?
CAFUTE ABRIU AS ASAS, DEU UM VOEJO, ATERRISSOU MAIS LONGE E GRITOU DE DESPEDIDA:
_ ADEUS, QUE EU VOU-ME EMBORA, COMPANHEIRO VELHO! ESCOLHI A LIBERDADE!
E SAIU AOS PULINHOS, PENSANDO EM TUDO DE BONITO QUE AINDA TINHA PARA DESCOBRIR NESTE MUNDO.
RACHEL DE QUEIROZ
COMPREENSÃO ESCRITA DO TEXTO
1- LEIA O TRECHO ABAIXO E RESPONDA A QUESTÃO:
...
" TODA MANHÃ CAFUTE SAÍA DO QUINTAL ONDE VIVIA E VINHA MARISCAR OS FARELOS DE RAÇÃO QUE CAÍAM DOS COMEDORES DA GAIOLA DO OUTRO. E ERA QUASE SÓ DISSO QUE SE SUSTENTAVA. NO TERREIRO DELE A LUTA PELA VIDA ERA AMARGA. OS PUNHADOS DE MILHO QUE A DONA JOGAVA NA HORA DA COMIDA SÓ CHEGAVAM PARA O GALO E ALGUMAS FRANGAS QUE ELE NAMORAVA. PINTO ALI NÃO TINHA VEZ".
...
NO TERREIRO DELE A LUTA PELA VIDA ERA AMARGA.

A PALAVRA SUBLINHADA NA FRASE ACIMA SIGNIFICA QUE A VIDA DE CAFUTE ERA :

( A ) AZEDA
(  B ) SOFRIDA

( C ) FARTA

( D ) FELIZ

2- LEIA O TRECHO E RESPONDA A QUESTÃO:
" METERAM O PÉ NA ESTRADA. ANDARAM TANTO QUE JÁ ESTAVAM CAINDO DE FOME. E AÍ AVISTARAM UM POMBAL BRANQUINHO E CHEIO DE JANELINHAS, POR ONDE ALGUNS POMBOS ESPIAVAM PARA FORA.
CAFUTE E PENA-DE-PRATA PARARAM, METERAM A VELHA CONVERSA:
__ BOM DIA, SERÁ QUE OS AMIGOS POMBOS NÃO PODERIAM INFORMAR ONDE É QUE  SE ENCONTRA ALGUMA MINHOCA ETC. E TAL. ...
MAS OS POMBOS ERAM MUITO ORGULHOSOS:
__ QUE É QUE VOCÊS ESTÃO PENSANDO? NÓS SOMOS POMBOS-CORREIO, VIVEMOS OCUPADÍSSIMOS TRANSPORTANDO CORRESPONDÊNCIAS! SABEMOS LÁ DE MINHOCAS!"

...

NO TRECHO ACIMA, O PONTO DE EXCLAMAÇÃO FOI USADO PELA AUTORA, NA FALA DOS POMBOS, NA INTENÇÃO DE DEMONSTRAR:

( A ) ESPANTO

( B ) INDIGNAÇÃO

( C ) ALEGRIA

( D ) ADMIRAÇÃO


3- LEIA O VERBETE E A SEGUIR O TRECHO ABAIXO E RESPONDA A QUESTÃO: