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domingo, 30 de agosto de 2009

POLUIÇÃO: O HOMEM É O GRANDE VILÃO
Veja só que coisa triste: o homem é o único ser vivo que destrói o ambiente em que vive. Nenhum outro habitante do planeta polui o ar, contamina a água, devasta florestas... As cidades são os centros de trabalho e moradia da maioria das pessoas do mundo. Algumas chegam a ter milhões de habitantes! Para abastecer e abrigar esse mundão de gente, consumimos energia, exploramos muitos recursos naturais e produzimos um montão de lixo. É aí que mora o problema. A ação do homem é perigosa pois é feita em grandes proporções. A fumaça das indústrias, das queimadas e dos carros das grandes cidades enchem o céu de gases tóxicos. Os esgotos não-tratados e o lixo produzido por indústrias e por milhões de pessoas contaminam a água e o solo.
POLUIR DESREGULA A NATUREZA

A natureza não é uma coisa estática, paradona. Ela se mantém em um ciclo constante, em perfeita harmonia: as plantas se alimentam da luz do sol, os animais herbívoros comem as plantas e os carnívoros comem outros animais. Quando morrem, todos voltam para a terra e transformam-se em nutrientes. Esses nutrientes alimentam as plantas e começa tudo de novo. A ação do homem interfere e põe em risco essa harmonia, pois afeta o ciclo natural da vida.

A produção de lixo, por exemplo, é tão grande que já se pensa em mandá-lo para fora da Terra, em naves espaciais. O esgoto das casas e os detritos das fábricas continuam sendo lançados nos rios e nos mares. O ar está cada vez mais escuro e sujo nas grandes metrópoles.
Poluição

A natureza reclama

Cada um por todos

A preocupação com o meio ambiente deve fazer parte da vida de cada pessoa, não só dos governantes, para que as cidades se tornem lugares melhores para se viver. O saneamento básico (tratamento de esgoto), o sistema de transporte coletivo, a fiscalização das indústrias, a criação de parques e praças com muito verde são algumas das coisas que os governantes têm obrigação de fazer.

Mas nós também podemos contribuir para diminuir a poluição. Como? Fazendo a nossa parte, como todo cidadão: separando o lixo para ser reciclado, não sujando as ruas e lugares públicos, utilizando transporte coletivo.Para cada um dos problemas existe uma solução, mas o ideal é evitar que os problemas aconteçam. Prevenir antes de remediar, para que o céu fique mais azul e as cidades sejam lugares gostosos de morar.

sábado, 29 de agosto de 2009

Crise da água?

As principais fontes de água doce são os rios, os lagos, as lagoas e os lençóis freáticos, como é chamada a camada de água que fica sob o solo. Aqui no Brasil, essas fontes, que já são mal distribuído pelo território, sofrem também com a poluição.
Os rios estão com a qualidade de águas comprometidas. É que, ao mesmo tempo em que fazem uso das águas, as industrias lançam nelas toda a sujeira que acumulam enquanto estão trabalhando. Grande parte dessa sujeira é formada por substâncias venosas às plantas e aos animais. Por isso, vemos com freqüência peixes mortos em rios e lagos.
Alguns cientistas acreditam que o aumento do consumo de água doce somado à sua poluição são os fatores que mais vão colaborar para a redução desse liquido no nosso planeta. Pesquisadores avaliam que num futuro muito próximo alguns países doce do que por petróleo. E essa “crise da água “ poderá acontecer já no século 21.
Por isso, temos a importante tarefa de evitar o desperdício de água doce e reduzir a poluição. Não devemos também nos esquecer de recuperar o que já foi destruído. Será preciso muito trabalho para trazer de volta a qualidade desse liquido que se torna cada vez mais raro.
A grande preocupação dos cientistas é que, ao contrário de outros recursos, como o petróleo, para o qual existem meios de compensar a falta, a água doce não tem substituto. Então, é bom controlar a torneira!
Desconheço o autor

A água

A ÁGUA
Millôr Fernandes
Água é uma substância fria e mole. Não tão fria quanto o gelo nem tão mole quanto gema de ovo porque gema de ovo arrebenta quando gente molha o pão e a água não. A água é fria mas só quando a gente está dentro. Quando a gente está fora nunca se sabe a não ser a da chaleira, que as fumaça. A água do mar mexe muito mas se a gente põe numa bacia ela pára logo. Água serve pra beber mas eu prefiro leite e papai gosta de cerveja. Serve também pra tomar banho e esse é o lado mais ruim da água. Água é doce e é salgada quando está no rio ou no mar. A água doce se chama assim mas não é doce, agora a água salgada é bastante.A água de beber as da bica mas nunca vi como entra lá. Também no chuveiro a água as fininha mas não entendo como ela cai fininha quando chove pois o céu não tem furo. A água ainda serve também pra gente pegar resfriado que é quando ela escorre do nariz. Fora isso não sei mais nada da água.
Tempo e contratempo. São Paulo: Beca produções Culturais, 1998,p. 51.

Brincando e rimando


O sol começa a raiar
E na pracinha, a brincadeira vai começar.
Ângela, Sônia e _______________
Pulam amarelinha.
Enquanto Raul e João
Brincam de rodar _____________.
Joana, suas primas e ___________________
Preferem o divertido pula cela.
Pedro, todo empolgado, não nega
– Bom mesmo é brincar de _____________.
Como é linda a pipa de Raul,
Toda vermelha com uma listra ___________.
Anita levou sua boneca
E de casinha brinca com ________________.
– Onde está Judite, onde?
– Brincando de ___________________.
Sentado no barquinho está ________________,
Que alegre, solta bolhas de sabão.
E lá se vai mais um dia
De brincadeira e alegria.
Este Blog foi criado no intuito de poder divulgar e colaborar com outros educadores que estão sempre procurando recriar e renovar o fazer pedagógico em sala de aula, principalmente nas classes de alfabetização respeitando as hipóteses psicogenéticas do aluno na construção do conhecimento. Sempre que copio as sugestões, procuro manter os créditos dos mesmos para fazer parte do grupo de blogueiras responsáveis. Minhas atividades não são alvos de comércios. Por vezes aparecem imagens não assinadas que coleto na internet apenas com caráter ilustrativo sem a intenção de violar os direitos autoriais.
Espero ser compreendida.
Profª Rosa Maria

Suzano

Cidade próspera e cheia de encantos.
Um lugar acolhedor,
para com seu filhos e visitantes.
Progresso, paz e igualdade
É o caminho a seguir.
Se esta cidade não existisse
Precisaria ser inventada,
pois o aconchego deste lugar
não dá só para imaginar
Precisa ser experimentado.
Suzano, cidade das flores,
dos campos, de coisas bonitas.
Gente que trabalha e luta
por um futuro cada vez melhor
Parabéns Suzano!
Profª Eliete

Símbolos da páscoa

TEXTO INFORMATIVO
A palavra Páscoa é de origem hebraica (Pesach) e significa passagem. É uma festa anual em memória da saída dos hebreus do Egito. Para os cristãos a Páscoa representa a ressurreição de Cristo e sua passagem deste mundo para a eternidade. OVOS E COELHOS - Os alegres símbolos da Páscoa! "Uma lenda européia nos conta que um prisioneiro condenado à morte pedia clemência, dizendo-se inocente. O diretor do presídio retrucou que só acreditaria em sua inocência se uma das coelhas pusesse um ovo. O condenado, então, rezou à Virgem Maria pedindo que o salvasse da morte. Na manhã seguinte, a coelha havia botado um ovo e o homem foi salvo. O 'milagre' aconteceu na Semana da Páscoa. "O ato de presentear os amigos e parentes na Páscoa é antigo. O ovo, em muitas culturas, é símbolo da vida e da fertilidade, assim como a lebre branca. Com o tempo, os Ovos de Páscoa tornaram-se tradição. O costume apareceu no Brasil por volta de 1920, nas cidades sulinas, e espalhou-se pelo país.

Acróstico

Seu aniversário estamos festejando
Uma cidade que cresce sem parar
Zarpou-se em busca de sua emancipação
Agora, a vitória está presente
Não deixaremos de acreditar, e pela
Ordem e progresso o povo irá sempre lutar.
Profª Carmonisa

Acróstico a Suzano

Falar de Suzano
Enaltece nossos corações
Lugar incomparável e
Inigualável.
Cidade hospitaleira onde o
Imigrante fez história.
Diante de sua grandeza
Acalentamos nosso coração juvenil e
Deitamos nossa esperança de contribuirmos
Em seu crescente progresso, oh amado
Suzano!
Profª Rosa Maria

Querida professora

“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e até quando envelhecer não se desviará dele.”
Provérbios – 22:6
Querida professora, estou confiando meu filho aos seus cuidados durante esse ano letivo, mas com alguma preocupação e com certo grau de receio, próprios de um pai. Meu filho tem um bem precioso – seu espírito. Minha função tem sido estimulá-lo e protegê-lo.
Quero que faça o mesmo. Portanto, permita-me oferecer algumas sugestões que podem ajudá-la a compreender e apreciar meu menino e dar-lhe o tipo de orientação protetora que ele precisa nessa aventura conjunta que vocês iniciam.
Em primeiro lugar, peço que acima de tudo, acaricie e preserve seu espírito. Talvez ele não seja a criança mais inteligente da classe, mas seu espírito elevado será o mais radiante. Ele resplandece quando recebe elogios e estimulo. Murcha quando prevalecem o descrédito e a humilhação.
O espírito de meu filho poderá impulsioná-lo em direção a uma vida na qual aplicará toda sua energia com propósito, carinho e uma meta a ser conquistada ou em direção a um futuro de rotina e mediocridade. Quero que avance em direção aos desafios e não que se afaste deles. Quero que teste sua força contra as realidades cruéis da vida, imbuída de uma coragem interior que lhe garanta a capacidade de superar quaisquer obstáculos. Por favor, ajude o espírito de meu filho a crescer.
Um sentimento de autoestima está começando a surgir. Meu filho está começando a adquirir uma noção de si mesmo á medida que descobre quem é e do que é capaz. Entretanto, esse “eu” em desenvolvimento é frágil e caminha com passos vacilantes. Estimule-o á medida que inicia o caminho que deseja seguir, engatinhando quando deveria correr, comportando-se de forma passiva, quando você sabe que deveria liderar. Afinal, ele é jovem. Portanto a inconsistência é seu comportamento padrão.
Descubra suas habilidades, estimule suas capacidades, elogie suas conquistas e, ao mesmo tempo, identifique com tranqüilidade suas limitações. E ajude-o melhorar, evitando ou superando seja lá o que os obstáculos impeçam ou bloqueiem seu progresso. Ele sabe melhor do que você como superá-los. Por favor, ajude-o e proteja-o.
Meu filho chega em suas mãos ansioso por aprender coisas novas. Eu lhe peço, não o desaponte. Torne seus estudos estimulantes e agradáveis. Até hoje, sua vida tem se constituído principalmente de diversão. Suas experiências educacionais foram tão naturais quanto sua própria respiração. Por favor, mantenha o mesmo padrão. Dê prioridade ao que ele aprende, e não ao que você ensina, e transforme meu filho e seus colegas no foco de sua classe. Finalmente, ajude-o a descobrir a maravilha e o entusiasmo do autoconhecimento para que, ao final do ano, ele compreenda melhor o que pode e o que não pode pedir a si mesmo. Quero que deixe sua classe confiante em suas habilidades para o sucesso, mais competente como estudante e como pessoa, e mais bem preparado para subir o próximo degrau da escada educacional.
Esse ano, você será uma das pessoas mais importantes em sua vida. Ele imitará seus valores e padrões ou os rejeitará. Lembrará dessa professora pelo resto da vida ou a esquecerá, sentindo-se magoado pelo que você se recusou a lhe dar. Desejo sinceramente que você sela alvo de sua admiração – estarei ao seu lado. E, quando esse ano terminar, dê-lhe um abraço a agradeça-lhe por fazer parte de sua vida, como espero lhe agradecer por fazer parte da vida dele.

Com amor e esperança,
O pai

Querida família

Mais um ano se inicia e com ele muitas crianças estarão dividindo comigo o mesmo espaço. Gostaria pais, que sua participação fosse efetiva para que o meu trabalho fluísse de forma positiva. A partir desse momento suas crianças são minhas crianças, irei ser educadora, orientadora, confidente... só não posso me tornar mãe, pois esse papel irei executar em minha casa.
Senhores pais, ame suas crianças, mas ame-as muito, ao ponto de muitas vezes se anular por eles. Nunca se esqueçam que as habilidades, as capacidades e as conquistas que eles conseguirem virá antes de tudo através de vocês.
Pais, eu ficarei um ano com eles, mas vocês irão ficar com ele a vida toda.
Pensem nisso.

Problemas do campo aditivo

1. Caio tem15 figurinhas e seu irmão 12 figurinhas a mais que ele. Quantas figurinhas o irmão de Caio possui?

2. Raul tem 13 anos. Juntando a idade de Raul com a de seu primo Antônio, a idade deles é 30anos. Qual a idade de Antônio?

3. Pedro tem 45 bolinhas de gude. Numa partida ganhou 16 bolinhas. Com quantas bolinhas de gude Pedro ficou?
4. Iara foi á feira e comprou 1 dúzia de bananas, 2 dúzias de laranjas e meia dúzia de peras. Quantas frutas ela comprou?
A inveja é um veneno que se bebe pensando na morte do outro.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

"O enterro do não consigo"

Esta história é verídica e mesmo se tratando de uma metáfora penso que todos nós também deveríamos fazer esse enterro
Esta história foi contada por Chick Moorman, E aconteceu numa escola primária Do estado de Michigan, Estados Unidos. Ele era supervisor e incentivador dos treinamentos que ali eram realizados e um dia viveu uma experiência muito instrutiva, conforme ele mesmo narrou: "Tomei um lugar vazio no fundo da sala e assisti. Todos os alunos estavam trabalhando numa tarefa, preenchendo uma folha de caderno com idéias e pensamentos. Uma aluna de dez anos, mais próxima de mim, estava enchendo a folha de "não consigos". "Não consigo chutar a bola de futebol além da segunda base." "Não consigo fazer divisões longas com mais de três números." "Não consigo fazer com que a Debbie goste de mim."Caminhei pela sala e notei que todos estavam escrevendo O que não conseguiam fazer. "Não consigo fazer dez flexões." "Não consigo comer um biscoito só." A esta altura, a atividade despertara minha curiosidade, e decidi verificar com a professora o que estava acontecendo e percebi que ela também estava ocupada escrevendo uma lista de "não consigos". Frustrado em meus esforços em determinar porque os alunos estavam trabalhando com frases negativas, em vez de escrever frases positivas. Voltei para o meu lugar e continuei minhas observações. Os estudantes escreveram por mais dez minutos. A maioria encheu sua página. Alguns começaram outra. Depois de algum tempo os alunos foram instruídos a dobrar as folhas ao meio e colocá-las numa caixa de sapatos vazia que estava sobre a mesa da professora. Quando todos os alunos haviam colocado as folhas na caixa, Donna acrescentou as suas, tampou a caixa, colocou-a embaixo do braço e saiu pela porta do corredor. Os alunos a seguiram. E eu segui os alunos. Logo à frente a professora entrou na sala do zelador e saiu com uma pá. Depois seguiu para o pátio da escola, conduzindo os alunos até o canto mais distante do playground. Ali começaram a cavar. Iam enterrar seus "não consigo"! Quando a escavação terminou, a caixa de "não consigos" foi depositada no fundo e rapidamente coberta com terra. Trinta e uma crianças de dez e onze anos permaneceram de pé, em torno da sepultura recém cavada. Donna então proferiu louvores."Amigos, estamos hoje aqui reunidos para honrar a memória do 'não consigo'. Enquanto esteve conosco aqui na Terra, ele tocou as vidas de todos nós, de alguns mais do que de outros. Seu nome, infelizmente, foi mencionado em cada instituição pública - Escolas, prefeituras, assembléias legislativas e até mesmo na casa branca. Providenciamos um local para o seu descanso final e uma lápide que contém seu epitáfio. Ele vive na memória de seus irmãos e irmãs 'eu consigo', 'eu vou' e 'eu vou imediatamente'. Que 'não consigo' possa descansar em paz e que todos os presentes possam retomar suas vidas e ir em frente na sua ausência. Amém."Ao escutar as orações entendi que aqueles alunos jamais esqueceriam a lição. A atividade era simbólica: uma metáfora da vida. O "não consigo" estava enterrado para sempre. Logo após, a sábia professora encaminhou os alunos de volta à classe e promoveu uma festa. Como parte da celebração Donna recortou uma grande lápide de papelão e escreveu as palavras "não consigo" no topo, "descanse em paz" no centro e a data embaixo. A lápide de papel ficou pendurada na sala de aula de Donna Durante o resto do ano. Nas raras ocasiões em que um aluno se esquecia e dizia "não consigo", Donna simplesmente apontava o cartaz descanse em paz. O aluno então se lembrava que "não consigo" Estava morto e reformulava a frase. Eu não era aluno de Donna. Ela era minha aluna. Ainda assim, naquele dia aprendi uma lição duradoura com ela. Agora, anos depois, sempre que ouço a frase "não consigo", Vejo imagens daquele funeral da quarta série. Como os alunos, Eu também me lembro de que "não consigo" está morto.

R brando e R forte


Fonte: Ciência Hoje

Localização e deslocamento

Responda.
a) Em que cruzamento fica o ponto de táxi?
_________________________________________________
b) Como você explicaria a localização do banco para o senhor de barba?
___________________________________________________
c) Qual é a localização do supermercado?
___________________________________________________
d) Como você explicaria os dois significados da palavra banco que aparecem
nessa situação?
___________________________________________________
___________________________________________________
e) Trace o caminho mais próximo do banco até chegar à rodoviária.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Pin Up

É uma gracinha!!!!!!!!
Quer ser uma Pin Up? É fácil, basta seguir as regras abaixo:
1. Coloque o nome e o link de quem te indicou
2. Indique no mínimo 5 amigas e avise-as
3. O que é necessário para ser uma Pin Up de verdade?
Acredito que para se PIN UP é preciso ter sensibilidade e muita criatividade
Repasso para:

Jasinha
Thainã
Jardim da Profª Sandra
Cantinho da Nisa
A felicidade passou por aqui

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Problemas do campo multiplicativo

Lucas ganhou R$: 4,00 de sua avó e Carol ganhou 5 vezes esse valor.Quanto Carol ganhou?


Quantas rodas têm um triciclo?

Preste atenção nesta estrela:


Quantas pontas há em 8 estrelas iguais a essa?


Há 5 pães na cesta:

E em 10 cestas iguais a essa, quantos pães há?

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Fonte: Revista Ciência hoje nº 198 jan/fev. 2009

Quebra-cabeça


Escreva os nomes dos personagens folclóricos



Bandeira




Brasão


Cruzadinha


Ganhei da profª Márcia Taira


Saiba como se previnir da A/H1N1











Fonte:Panfletos entregues pelas Secretaria da Educação e Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

Maiores informações www.cve.saude.sp.gov.br



domingo, 23 de agosto de 2009


















O negrinho do pastoreio



É uma lenda meio africana meio cristã. Muito contada no final do século passado pelos brasileiros que defendiam o fim da escravidão. É muito popular no sul do Brasil. Nos tempos da escravidão, havia um estancieiro malvado com negros e peões. Num dia de inverno, fazia frio de rachar e o fazendeiro mandou que um menino negro de quatorze anos fosse pastorear cavalos e potros recém-comprados. No final do tarde, quando o menino voltou, o estancieiro disse que faltava um cavalo baio. Pegou o chicote e deu uma surra tão grande no menino que ele ficou sangrando. ‘‘Você vai me dar conta do baio, ou verá o que acontece’’, disse o malvado patrão. Aflito, ele foi à procura do animal. Em pouco tempo, achou ele pastando. Laçou-o, mas a corda se partiu e o cavalo fugiu de novo. Na volta à estância, o patrão, ainda mais irritado, espancou o garoto e o amarrou, nu, sobre um formigueiro. No dia seguinte, quando ele foi ver o estado de sua vítima, tomou um susto. O menino estava lá, mas de pé, com a pele lisa, sem nenhuma marca das chicotadas. Ao lado dele, a Virgem Nossa Senhora, e mais adiante o baio e os outros cavalos. O estancieiro se jogou no chão pedindo perdão, mas o negrinho nada respondeu. Apenas beijou a mão da Santa, montou no baio e partiu conduzindo a tropilha.

Um gatinho abandonado

O dia amanheceu chuvoso e frio. Esfregando os olhos ainda sonolenta, Fatinha vislumbrou algo estranho num canto de seu quarto. Depressa, ela pulou da cama para pegar aquele animalzinho todo ensopado de chuva. Era um gatinho cinzento, que vendo a menina se aproximar, tentou se esconder. Fatinha pegou o gato, que miando e esperneando, não desistia de fugir. A menina ralhou com ele: - Não faça barulho, meu gatinho, senão vovó ouve e dá bronca em nós dois! O animal pareceu entender pedido, pois logo ficou quieto e se aninhou nos braços da menina. Fatinha pegou uma toalha e começou a secar o gatinho. Enquanto fazia isto, ouviu o relógio da sala batendo sete horas. E se a vovó Catarina resolvesse vir chamá-la? A vovó não gostava de gatos. Ia dar a maior bronca. Fatinha ouviu passos no corredor. Ficou apavorada. Os passos foram se aproximando. Num segundo a porta se abriu e apareceu uma mulher morena. Era Lita, a mãe dela. - Bom-dia, filha! Está na hora do café! No mesmo instante, Lita viu que Fatinha escondia algo debaixo de uma toalha: - O que está escondendo aí, filha?
- Nada, mamãe!
- Fale a verdade, Fatinha!
- Mamãe...Fatinha começou a chorar. Lita abraçou-a, dizendo:
- Menina, você sabe que sua avó não gosta de gato!- Mamãe, ele estava todo molhado. Coitadinho! Entretidas com o gato, as duas não perceberam alguém vindo pelo corredor. De repente a porta do quarto se abriu e dona Catarina arregalou os olhos de surpresa.
- Um gato aqui? Lita correu ao encontro da avó, justificando:
- Vovó, esse gatinho estava...
- Vocês sabem que não gosto de gato. Menina, solta esse bicho bem longe daqui! Já!
Fatinha não disse nada. Dona Catarina saiu do quarto, arrastando os chinelos. Lita foi atrás dela, tentando convencê-la. A chuva havia cessado repentinamente. O sol despontava no horizonte. Os pássaros cantavam. E Fatinha, saindo de casa para abandonar o gato, estava muito triste. Lita, olhando a filha caminhando devagarinho e segurando com tanto amor o gato, começou a chorar. Dona Catarina viu as suas lágrimas e ficou comovida. Ela disse:
- Lita, chame Fatinha pra voltar com o gato!
Lita, pulando de alegria, saiu correndo e gritando:
- Fatinha... Fatinha! Volte! Sua avó deixou...
A menina parou e enxugou as lágrimas. A vovó deixou ela ficar com o gato. Legal! Voltou pulando de alegria, beijou a mãe no rosto e disse:
- Meu gatinho está muito feliz!
Em casa, dona Catarina, olhando as duas abraçadas com o bichinho, concluiu:-
A gente não podia abandonar esse animal... Ele morreria de fome. É melhor cuidar dele.

Rubo Medina